Questão: 402547
Banca: IDHTEC Prova: Psicólogo Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Funções morfossintáticas da palavra MESMO ,

“mesmo após tantos dias”

Em qual das alternativas o vocábulo „mesmo‟ foi empregado no mesmo sentido que no texto? 

“A tragédia que iniciou com o rompimento da barragem de rejeitos de minérios em Mariana-MG e se estendeu até o Leste do Espírito Santo, mar adentro, nos faz refletir quais ações poderiam ter sido executadas para evitar esse desastre.
A maioria dos especialistas afirma que rompimentos de barragens são eventos muito lentos, que sinais já haviam sido detectados sobre o problema em Mariana. Todos dizem que houve negligência e consequentemente o desastre; agora, a maioria das informações sobre o que realmente aconteceu não foram ainda disponibilizadas, mesmo após tantos dias.
Ao olharmos para o estado da Bahia, temos vinte e quatro barragens de rejeitos semelhantes à Barragem do Fundão. E com informações de que quatro delas apresentam dano potencial elevado, sendo duas localizadas no município de Jacobina e duas em Santa Luz, estando todas sob constante vigilância da Departamento Nacional de Produção Mineral.”

(http://www.tribunafeirense.com.br/noticias/11162/por-pedroamerico-lopes-e-preciso-aprender-com-os-desastres.html) 
Questão: 405343
Banca: Cursiva Prova: Auxiliar administrativo Ano: 2015
Disciplina: Português Assunto: Funções morfossintáticas da palavra MESMO ,

A palavra mesmo, sublinhada no poema, pode assumir diferentes significados de acordo com o contexto. Assinale a alternativa abaixo em que o sentido de mesmo equivale ao do verso acima:

Leia este trecho de um poema:


De tudo ao meu amor serei atento

Antes e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.

(Vinícius de Moraes)

Questão: 407777
Banca: CESGRANRIO Prova: Ajudante de Carga e Descarga Ano: 2015
Disciplina: Português Assunto: Funções morfossintáticas da palavra MESMO ,
A expressão assinalada no trecho do Texto II “fechar a torneira enquanto escovamos os dentes e até mesmo regar as plantas ao amanhecer e ao entardecer já fazem uma grande diferença!” (l. 19-22), pode ser substituída, sem alterar o sentido da frase, pela palavra 


Para responder a esta questão, considere a seguinte passagem:

Conheço algumas raras pessoas que se recusam (ainda!) a ter celular. Cada vez mais, se rendem. A vida ficou impossível sem ele.

A alternativa em que o emprego de conjunções expressa, com correção, a adequada relação de sentido entre as orações é:
Leia o texto para responder à questão.

Uma conhecida convidou os quatro netos pré-adolescentes para lanchar. Queria passar um tempo com eles, como fazem as avós. Sentaram-se numa lanchonete. Pediram sanduíches e refrigerantes. Daí, os quatro sacaram os celulares. Ficaram todo o tempo trocando mensagens com amigos, rindo e se divertindo. Com cara de mamão murcho, a avó esperou alguma oportunidade de bater papo. Não houve. Agora, ela já prometeu:
– Desisti. Não saio mais com meus netos.
Cada vez mais as pessoas “abandonam" os outros para viver num mundo de relações via celular. Às vezes de maneira assustadora.
Em certos almoços, mesmo de negócios, é impossível tratar do assunto que importa. O interlocutor escolhe o prato com a orelha no celular. Quando desliga, abre para verificar e-mails. Responde. Pacientemente espero. Iniciamos o papo que motivou o almoço. O celular toca novamente. Dá vontade de levantar da mesa e ir embora. Não posso, seria falta de educação. Mas não é pior ficar como espectador enquanto a pessoa resolve suas coisas pelo celular, sem dar continuidade à conversa?
Faço cara de paisagem enquanto a pessoa discute algo que nada tem a ver comigo. Penso: seria melhor, muito melhor, não ter marcado reunião nenhuma. Mais fácil seria, sim, me impor através do celular, porque através dele entro na sala de alguém quando quero, sem marcar hora. O aparelhinho invade até situações íntimas. Se fosse só comigo, estaria traumatizado por me sentir pouco interessante. Mas sei de casos em que, entre um beijo e outro, um dos parceiros atende o celular. Para tudo, sai do clima. Quando termina a ligação, é preciso de um tempo para retomar. Mas aí, pode tocar novamente e... enfim, até nos momentos mais eróticos, o aparelhinho atrapalha.
Ainda sou daquele tempo de ter conversas francas e profundas, de olhar nos olhos. Hoje é quase impossível aprofundar-se nos olhos de alguém. Estão fixados na tela de seu modelo de última geração. Conheço algumas raras pessoas que se recusam (ainda!) a ter celular. Cada vez mais, se rendem. A vida ficou impossível sem ele. Eu descobri uma estratégia que sempre funciona, se quero realmente falar com alguém. Convido para jantar, por exemplo. Ela saca o celular. Pego o meu e envio uma mensagem para ela mesma, em frente a mim. Não falha. Seja quem for, acha divertidíssimo. E assim continuamos até o cafezinho. Sem palavras, mas trocando incríveis mensagens pelo celular. Todo mundo acha divertidíssimo.

(Walcyr Carrasco, Má educação e celular. Revista Época. Disponível em: <http://epoca.globo.com>. Acesso em: 27.01.2015. Adaptado)
Questão: 412661
Banca: MPE-RS Prova: Engenheiro civil Ano: 2015
Assinale o enunciado que está inteiramente de acordo com as normas da Língua Portuguesa.
Questão: 389785
Banca: CEPERJ Prova: Técnico Ano: 2014
Disciplina: Português Assunto: Funções morfossintáticas da palavra MESMO ,


Assinale o par de vocábulos cujos prefixos têm o mesmo valor semântico:
Questão: 416599
Banca: CESGRANRIO Prova: Assistente de Alunos Ano: 2014
Disciplina: Português Assunto: Funções morfossintáticas da palavra MESMO ,
Em “nem mesmo quando escreve há muito tempo” (L.13), a palavra em destaque não possui nem gênero, masculino ou feminino, nem número, singular ou plural.

A palavra mesmo também apresenta essa característica em:
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