Questão: 402879
Banca: IBFC Prova: Técnico de Segurança do Trabalho Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Ortografia , Novo Acordo Ortográfico ,
O novo acordo ortográfico nos apresentou algumas alterações de acentuação de palavras em Língua Portuguesa. Leia as alternativas abaixo e assinale a que apresenta somente palavras acentuadas corretamente. 
Questão: 403184
Banca: IOBV Prova: Engenheiro de Trânsito Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Ortografia , Novo Acordo Ortográfico ,
Em se tratando das palavras que devem omitir o hífen, segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a única opção em que todas deixam de receber corretamente este sinal. 
Questão: 403336
Banca: Prefeitura de Fortaleza - CE Prova: Professor - Pedagogia Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Ortografia , Novo Acordo Ortográfico ,
De acordo com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AOLP 1990), o único dispositivo legal que regula a ortografia oficial no Brasil, por meio do Decreto nº 6583, de 29/09/2008, é correto afirmar que: 


Analise as afirmações: 

I. A palavra “ideia”, uma paroxítona, perdeu o acento gráfico com a Reforma Ortográfica em vigor a partir de 2016.


II. “Desperdício” é um exemplo de paroxítona terminada em hiato.


III. “Distância”, acentuada por ser uma paroxítona terminada em ‘A’.


IV. “Econômica”, exemplo de paroxítona, e todas as paroxítonas são acentuadas.


Sobre essas afirmações, é CORRETO dizer:






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                                Meu, seu e nosso 


Seja por ideologia, seja por redução de gastos ou para fazer negócios, o consumo colaborativo está se afirmando.

          Sérgio Fernandes e Marcos Zinani vão e voltam do trabalho de carro juntos, todos os dias. Eles se conheceram por meio do site Caronetas e há meses dividem custos e compartilham o tempo gasto no trajeto. Ana Luiza McLaren casou e sentiu seu apartamento ficar pequeno para duas pessoas. Então, juntou um monte de coisas encostadas e criou o blog Enjoei para vender tudo. A iniciativa teve tanto sucesso que foi promovida a site, reunindo muitos outros “enjoados”, e hoje é o sustento do casal.

Esses são exemplos recentes de uma mania que vem se disseminando pela – e graças à – internet: consumo colaborativo. Estão se multiplicando os sites de compartilhamento, de empréstimo, de troca ou venda de bens usados que aproximam interessados, removem intermediários e criam novas redes de afinidades. “Eles quebram a ideia do consumismo combinado com obsolescência planejada – a estratégia de projetar tudo para ficar ultrapassado em curto prazo”, define o socioeconomista Marcos Arruda.

   Nem sempre, entretanto, as iniciativas desse tipo acontecem de caso pensado. Ana Luiza confessa que a decisão de criar o blog Enjoei não teve o objetivo de reduzir o desperdício e cuidar do meio ambiente. Foi uma questão pessoal de ordem prática: falta de espaço no armário. “Mas é verdade que há um gosto especial em colocar uma coisa no correio, sabendo que outra pessoa vai continuar dando utilidade a ela”, completa. “Acho que seria forçar a barra dizer que o perfil dos usuários é marcado pelo consumo consciente. Tem gente que está vendendo coisas simplesmente porque quer levantar dinheiro com o que tem parado em casa.” Para Ana, a distância do seu site para o Mercado Livre é pouca e muita ao mesmo tempo. O Enjoei seria um shopping em que é mais gostoso passear, e onde se consegue vender os produtos por um preço mais alto do que no Mercado Livre. Mas, ainda assim, um tanto abaixo dos valores sempre mais caros, e às vezes proibitivos, praticados hoje nas lojas de artigos novos.

  O consumo compartilhado é uma força cultural e econômica poderosa que está reinventando não apenas aquilo que se consome, mas a forma de consumir, além de contribuir pela resolução de problemas ambientais. De um lado tem-se os recursos mais escassos e, de outro, uma consciência mais elevada. Agora que o cerco está mais apertado, as pessoas estão em busca de soluções mais efetivas, mais coletivas.

Demorou para a população chegar até aqui, mas não é possível acelerar o curso do rio. [adaptado]

           Por Renata Valério de Mesquita 

                                (Disponível em<http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/comportamento/meu-seu-e-nosso)


Questão: 403699
Banca: SEGPLAN-GO Prova: Auxiliar de Saúde Ano: 2016

Leia o cartoon. 

             

Disponível em: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/Images/AOCartoon2.jpg. Acesso em 05 de mar. de 2016


O efeito de humor no cartoon é produzido devido a uma mudança na grafia da palavra “microondas” de acordo com o Novo Acordo Ortográfico. Segundo esse documento 

Questão: 403805
Banca: IF-PE Prova: Enfermeiro - Geral Ano: 2016

De acordo com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, no trecho “Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados (...)” o termo destacado


I. deveria ter sido grafado com hífen, como em anti-higiênico e anti-inflacionário.

II. está adequadamente grafado, obedecendo à regra em que prefixo terminado em vogal se junta com a palavra iniciada por consoante.

III. está adequadamente grafado, assim como em antiaéreo e antiprofissional.

IV. tem como facultativo o emprego do hífen, visto que o Novo Acordo Ortográfico ainda é recente.

V. obedece à mesma regra que palavras formadas por prefixos como super-, ultra- e sub-.


Estão CORRETAS as proposições 

TEXTO 02

A CRISE E SUAS INTERPRETAÇÕES


      Quanto mal uma mídia partidarizada pode causar a um País? Que prejuízos a irresponsabilidade dos veículos de comunicação traz à sociedade?

      No Brasil, essas não são perguntas acadêmicas. Ao contrário. Em nossa história, sobram exemplos de períodos em que a “grande imprensa”, movida por suas opções políticas, jogou contra os interesses da maioria da população. Apoiou ditaduras, avalizou políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados.

      O instituto Vox Populi acaba de realizar uma pesquisa nacional sobre sentimentos e expectativas a respeito da economia. O levantamento deixa claro o preço que pagamos por ter a mídia que temos.

      A pesquisa tratou principalmente de inflação e desemprego e mostra que a opinião pública vive um pesadelo. Olha com desconfiança o futuro, teme a perda de renda e emprego, prefere não consumir e não tem disposição de investir. Está com medo da “crise”.

      Todos sabem quão importante é o papel das expectativas na vida econômica. Quando a maioria das pessoas se convence de que as coisas não vão bem, seu comportamento tende a produzir aquilo que teme: a desaceleração da economia e a diminuição do investimento público. A “crise” é, em grande parte, provocada pelas expectativas.

      Estampada em manchetes e com tratamento de luxo nos noticiários de tevê, a “crise econômica” estava na pauta dos meios de comunicação muito antes de se tornar uma preocupação real da sociedade. Há ao menos dois anos, é o principal assunto.

      A nova pesquisa mostra que a quase totalidade dos brasileiros, depois de ser bombardeada durante tanto tempo com a noção de “crise”, perdeu a capacidade de enxergar com realismo a situação da economia.

      A respeito da quantia imaginada para comprar, daqui a um mês, o que compram atualmente com 100 reais, apenas 2% dos entrevistados estimaram um valor próximo àquele. Os demais 98% desconfiam de que vão precisar de mais ou de muito mais. Desse total, 73% temem uma alta dos preços superior a 10%. Quase a metade, 47%, estima uma inflação acima de 20%. E não menos de 35% receiam que os preços subirão mais de 30% em um mês.

      Os números são semelhantes nas análises do desemprego. Apenas 7% dos entrevistados sabem que hoje menos de dez indivíduos em cada cem estão desempregados. Cerca de um quarto acredita que o desemprego varie de 10% a 30% da força de trabalho e 38% imaginam que a proporção de brasileiros sem emprego ultrapassa os 40%.

      Por esse raciocínio, o cenário até o fim do ano seria dantesco: quase 40% acreditam que o desemprego em dezembro punirá mais da metade da população ativa.

      Para tanta desinformação e medo do futuro, muitos fatores contribuem. Nossa cultura explica parte desses temores. Os erros do governo, especialmente de comunicação, são responsáveis por outra. Mas a maior responsável é a mídia hegemônica.

      Ninguém defende que a população seja mantida na ignorância em relação aos problemas reais enfrentados pela economia. Mas vemos outra coisa. A mídia deseduca ao deformar a realidade e por nada fazer para seus leitores e espectadores desenvolverem uma visão realista e informada do País. Fabrica assustados para produzir insatisfeitos.

      Com isso, torna-se agente do agravamento de uma crise que estimulou e continua a estimular, apesar de seu custo para as famílias e para o Brasil.


(COIMBRA, Marcos. Revista Carta Capital. Disponível em:http://www.cartacapital.com.br/revista/852/a-crise-e-suas-interpretacoes-4986.html. Acesso em: 26/01/2016. Adaptado.)

Questão: 404233
Banca: UFMA Prova: Pedagogo Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Ortografia , Novo Acordo Ortográfico ,
A opção em que o termo grifado não está acentuado graficamente quanto às novas normas em vigor é:
Questão: 404549
Banca: IOBV Prova: Advogado Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Ortografia , Novo Acordo Ortográfico ,
Assinale a alternativa em que a acentuação ou a não acentuação estão corretas em todos os vocábulos da mesma série. Para tal, considere as regras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: 
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto Condições de elegibilidade e inelegibilidade, assinale a opção correta.


Questão: 406490
Banca: Gestão Concurso Prova: Professor - Língua Portuguesa Ano: 2015

Observe a tirinha a seguir. 

As palavras estão grafadas de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico, EXCETO em: