Questões da Prova de Assistente de Alunos

Questão: 533361
Banca: COPEVE-UFAL Prova: Assistente de Alunos Ano: 2011
Disciplina: Assunto:
Nos termos da Lei n° 9.784/1999, é certo que:
Questão: 216947
Banca: COMPERVE Prova: Assistente de Alunos Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia Assunto: Geral ,
A Lei nº 10.861, de 14 de abrir de 2004, institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior-SINAES. Em relação ao SINAES, é correto afirmar:
Questão: 534725
Banca: FUNRIO Prova: Assistente de Alunos Ano: 2016
Disciplina: Assunto:
Sobre o processo legislativo, nos moldes constitucionais, é certo afirmar:
Questão: 412202
Banca: UTFPR Prova: Assistente de Alunos Ano: 2015
Disciplina: Português Assunto: Geral ,
Assinale a alternativa correta, quanto à pontuação.
Questão: 565060
Banca: FUNRIO Prova: Assistente de Alunos Ano: 2016
Disciplina: Assunto:

As instituições educativas podem contribuir com a prevenção ao uso de drogas: para isto, utilizam-se dois conceitos importantes, o conhecimento de fatores de risco e o desenvolvimento de atividades de prevenção. A própria escola pode gerar fatores risco, quando promove que:

I. o ambiente escolar não oportunize a participação em jogos, atividades físicas e artísticas que contribuam para um pleno desenvolvimento da pessoa;

II. o ambiente escolar não oportunize o sucesso escolar, gerando falta de vínculo com aprendizagens significativas e, por consequência, mais desigualdade social e frustração entre aqueles que participam de grupos sociais desvalorizados pela escola;

III. no ambiente escolar não circule informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos.

Questão: 529455
Banca: IF-CE Prova: Assistente de Alunos Ano: 2012
Disciplina: Assunto:
No período “Em nossa clínica, constatamos uma incidência de 19% de pólipos identificados nos exames específicos que COMPÕEM a bateria de exames realizados no check-up” (parágrafo 5), verifica-se a ocorrência correta de forma flexionada do verbo COMPOR, derivado de PÔR. Nas frases abaixo, há flexão INCORRETA de verbo derivado de PÔR em:
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Questão: 538995
Banca: COPEVE-UFAL Prova: Assistente de Alunos Ano: 2011
Disciplina: Assunto:
Apresenta como característica a não alteração do conteúdo do computador no qual é executado, tanto da memória física quanto dos registros, porque é processado diretamente de um dispositivo que o contém,como um pen drive,por exemplo Assim, após finalizado,o aplicativo não deixa rastros no computador que, entretanto,deve atender aos requisitos do programa,como memória RAM e velocidade do processador.Trata-se de.
Questão: 468868
Banca: BIO-RIO Prova: Assistente de Alunos Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico Assunto: Análise Combinatória ,
Em uma urna há quatro bolas azuis, três bolas brancas e seis bolas vermelhas. O número mínimo de bolas que temos de retirar da urna para termos certeza de que há ao menos uma bola de cada cor é:
Questão: 374584
Banca: CEPS-UFPA Prova: Assistente de Alunos Ano: 2015
Disciplina: Conhecimentos Gerais Assunto: Conhecimentos Gerais ,
Um grande comunicador de TV, Chacrinha, afirmava que “Quem não se comunica se estrumbica". Com isto, ele quis dizer que
Questão: 428951
Banca: AOCP Prova: Assistente de Alunos Ano: 2013
Disciplina: Português Assunto: Geral ,
De acordo com o texto, o autor é contra

                                            Monteiro Lobato?

                                     Não com o nosso dinheiro

                                                                                                        Leando Narloch

    1.§    O movimento negro me odeia. Desde que mostrei, com o livro Guia do Politicamente Incorreto da História do Brasil, que Zumbi mantinha escravos no Quilombo de Palmares, os ativistas das cotas não estão contentes comigo. Do lado de cá, eu também me irrito com boa parte do que eles defendem. Mas, existe um ponto em que eu preciso concordar com eles: a polêmica dos livros do Monteiro Lobato.

    2.§    Se você acaba de despertar de um coma, o que aconteceu foi que, em 2010, o Conselho Nacional de Educação decidiu impedir a distribuição do livro Caçadas de Pedrinho em bibliotecas públicas. Disseram que esse clássico da literatura infantil era racista por causa de frases como “Tia Anastácia trepou que nem uma macaca de carvão” ou “Não vai escapar ninguém, nem Tia Anastácia, que tem carne preta”. Muita gente esperneou contra a decisão, afirmando que se tratava de um exagero, uma patrulha ideológica e um ato de censura contra um dos maiores autores brasileiros.

    3.§    É verdade que é preciso entender a época de Monteiro Lobato, quando o racismo era regra não só entre brancos, mas mesmo entre africanos. Até Gandhi, o líder mundial do bom-mocismo, escreveu e repetiu frases igualmente racistas nos 20 e poucos anos que viveu na África do Sul.

    4.§    A questão, porém, é outra: o governo deve investir em obras que parecem preconceituosas a parte da população? O Conselho Nacional de Educação não defendeu a proibição dos livros de Monteiro Lobato: foi contra apenas a distribuição bancada pelo governo. Pois bem: o Ministério da Educação deve gastar seu disputado dinheiro com esses livros? Eu acredito que não.

    5.§    Os negros que pagam impostos e os outros contribuintes que consideram Monteiro Lobato racista não devem ser obrigados a bancar edições do escritor. É mais ou menos essa a posição do economista Walter Williams, um dos principais intelectuais libertários dos EUA. Defensor da ideia de que o Estado deve se meter o mínimo possível na vida, nas escolhas e no bolso das pessoas, esse economista negro prega a liberdade de se fazer o que quiser desde que isso não implique violência a terceiros. Se um grupo quiser, por exemplo, criar um clube de tênis só para brancos, ou só para negros, tudo bem – desde que não use verba pública e não tente proibir manifestações de repúdio. Se tiver verba pública, não pode discriminar.

    6.§    Para libertários como Williams, ninguém, nem o governo, tem o direito de ameaçar ou praticar violência contra indivíduos pacíficos. Não é correto ameaçar um indivíduo de prisão por sonegação fiscal se ele não topar contribuir com essa ou aquela prática do governo. Um grupo de políticos que defende uma guerra com o Iraque não deve obrigar os cidadãos a contribuir para essa guerra. Do mesmo modo, se uma turma acredita ter uma boa ideia ao criar uma universidade, um estádio de futebol ou um festival de curtas-metragens, essa ideia deixa de ser boa quando implica a ameaça contra aqueles que não querem contribuir.

    7.§    Nada impede, é claro, que os autores dessas ideias tentem convencer as pessoas de que seus projetos merecem contribuições. É o que fazem há séculos as melhores universidades americanas, as instituições de caridade, alguns tipos de fundos de investimento e, há poucos anos, os sites de crowdfunding, o “financiamento coletivo”. Nada impede, também, que os admiradores de Monteiro Lobato se organizem, reúnam doações e publiquem quantas edições quiserem das ótimas histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo.

                         Revista Superinteressante, edição 312, de dezembro de 2012.