Questões IF Sudeste - MG

Questão: 402362
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
O domínio do trivial
Questão: 402358
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
O domínio do trivial
Questão: 12232
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo Assunto: Agentes públicos e Lei 8.112 de 1990 , Responsabilidades do servidor ,
Quanto ao Processo Administrativo Disciplinar, previsto na Lei Federal n.º 8.112/90,
Questão: 402357
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
Texto 1 Viver a vida ou gravá-la? Marcelo Gleiser [1º§]Um artigo no jornal New York Times explora a onda explosiva do uso de celulares para gravar eventos, dos mais triviais aos mais significativos. Todo mundo quer ser a estrela da própria vida. Alguns vídeos postados no YouTube tornam-se "virais" (superpopulares) em questões de horas, como o do jornalista Scott Welsh que sacou seu celular em meio a uma pane no seu voo para gravar o caos e o drama a bordo. Conseguiu até sorrir com máscara de oxigênio no rosto. (O avião pousou sem problemas.) Se a morte parece inevitável, por que não registrar seus últimos momentos? [2º§]Por um lado, isso faz sentido; nossa vida é importante, e queremos ser vistos, dividir nossas experiências, ser apreciados. Por outro, porém, essa compulsão de gravar tudo acaba provocando um distanciamento do momento vivido. Na ânsia de registrar nossas vidas, acabamos vivendo menos, deixando de nos engajar com o que ocorre. [3º§]Algo ocorreu com nossa psique entre o diário que trancávamos na gaveta e a câmera de vídeo. Os celulares apenas agravaram essa tendência. Eis um exemplo. Em junho de 2001, acompanhei um grupo de ex-alunos da minha universidade num cruzeiro para ver um eclipse total do Sol na costa de Madagascar. No navio, havia um grupo de "caçadores de eclipse", pessoas que vão pelo mundo atrás de eclipses do Sol, aliando turismo à ciência. Quando presenciamos um eclipse, dá para entender por quê: é uma experiência primal, que nos remete a um estado emocional de maravilhamento com o mundo natural, ligando-nos a algo maior do que somos. Para minha surpresa, quando o momento estava para chegar, o convés do navio foi invadido por tripés e câmeras: entre assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico, as pessoas optaram por ver tudo por detrás duma lente. [4º§]Fiquei chocado, especialmente porque profissionais a bordo tirariam fotos e fariam vídeos muito melhores do que os amadores. Mas as pessoas queriam fazer o seu vídeo, tirar as suas fotos. Fui a dois outros eclipses e foi a mesma coisa. As pessoas optaram por viver a experiência por trás duma máquina, em vez de visceralmente. [5º§]O que os celulares e a mídia social fizeram foi facilitar enormemente o processo de registro e de distribuição das imagens. O alcance é muito maior e a gratificação é quantitativa (o número de "curtidas" que uma foto ou vídeo recebe). [6º§]Claro, tem um lado disso que é ótimo. Celebramos os momentos significativos das nossas vidas e queremos dividi-los com as pessoas próximas. Mas a maioria do que é registrado não é significativo ou dividido com pessoas próximas. Deixamos de participar do momento, porque gravá-lo para os outros é mais importante (...). [7º§]Nada substitui o contato direto, o olho no olho, a conversa direta. Os aparelhos são geniais, claro. Mas não devem definir como vivemos nossas vidas ou como vivenciamos momentos significativos; apenas complementá-los. Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 05/10/2014. Texto Adaptado. INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base nos textos 1 e 2. Leia-os atentamente, antes de responder a essa questão. Texto 2 Selfie é agressão permanente, diz Sebastião Salgado Isabel Fleck Quando abriu sua exposição "Genesis", em Brasília, no início deste mês, Sebastião Salgado se viu obrigado a sair no meio do vernissage (inauguração de uma exposição de obra de arte). Aos 70 anos, um dos ícones da fotografia brasileira não conseguiu lidar com a profusão de selfies que tomou conta do evento. "Olha, é de uma agressividade", disse à Folha, rindo. "Há seis meses, eu abri uma exposição e as pessoas vinham conversar comigo, pediam um autógrafo, trocavam ideias. Agora acabou. Cada pessoa te agarra e quer tirar selfie", desabafou. "Bota um telefone ali, é uma agressão permanente em cima de você." Nilton Rolin/Portal da Cidade As amigas Letícia, Fernanda e Natália fazem selfie na exposição de Sebastião Salgado, em Foz do Iguaçu, Paraná Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 18/09/2014Em relação ao texto 1, a opinião do fotógrafo Sebastião Salgado sobre selfies (no texto 2)
De acordo com a Lei n.º 9.784/1999, que regula o processo administrativo, no âmbito da Administração Pública Federal,
Questão: 12229
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
Acerca dos contratos administrativos, o Estatuto de Licitações (Lei n.º 8.666/93) determina que
Questão: 402355
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Sintaxe , Regência ,
Na sentença: “(...) assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico (...).”, o verbo grifado tem o mesmo tipo de transitividade que o verbo/locução verbal grifado(a) em:
Questão: 402366
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
Disciplina: Português Assunto: Funções morfossintáticas da palavra SE ,
Quem deseja convencer seus leitores ou espectadores de que ele pensa fora da trivialidade dominante tende a parecer-se com aquelas crianças que, de vez em quando, gritam "xixi e cocô" e, com isso, gabam-se de ter quebrado um grande tabu.
Questão: 108941
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública Assunto: Geral ,

De acordo com o MPCASP, as provisões são obrigações presentes, derivadas de eventos passados, cujos pagamentos se espera que resultem para a entidade saídas de recursos capazes de gerar benefícios econômicos ou potencial de serviços e que possuem prazo ou valor incerto.

O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) elenca alguns tipos de provisões, como, por exemplo, as provisões para riscos fiscais que compreendem os passivos de prazo ou de valor incertos, relacionados

Questão: 402353
Banca: FCM Prova: Auditor Ano: 2016
Viver a vida ou gravá-la?