Questões Prefeitura de Rio de Janeiro - RJ

Questão: 562558
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Inglês Ano: 2010
Disciplina: Assunto:
In 1681, Penn became the owner of Pennsylvania because:
William Penn (1644-1718), founder of Pennsylvania. Son of an admiral, he was sent to a Puritan school and was expelled
from Oxford as a dissenter in 1660. Sent to Ireland to manage the family estates, he regularly attended the Quaker meeting at Cork,
and on his return to England he was twice imprisoned for proselytizing, but nonetheless retained connections with the court. In
1681, Charles II repaid a debt owed to Penn's father by granting him a large province on the west bank of the Delaware river in
North America. Penn drew up a frame of government providing for religious toleration in the new colony, which he named
Pennsylvania. After he had supervised the building of Philadelphia (1682-4), he returned to England and, on James II's accession,
secured the release of some 1,200 Quaker prisoners. Out of favour after the Glorious Revolution, he returned to America in 1699,
but financial mismanagement forced him to mortgage his rights as proprietor of the colony.

(Gardiner, J., & Wenborn, N. (eds.) (1995). The History Today Companion to British History. London: Collins & Brown.)

Questão: 573057
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Geografia Ano: 2016
Disciplina: Assunto:
Rafael Straforini afirma que no “lugar de convivência da criança (a realidade concreta) há o todo, ou seja, o global e vice-versa” (STRAFORINI, 2008: 22), ou seja, “esse lugar tem que ser entendido como o ponto de encontro de lógicas locais e globais, próximas e longínquas” (STRAFORINI, 2008: 23), onde a totalidade do mundo se faz sentir. Nas séries iniciais, essa forma de trabalhar o lugar deve levar em conta:
Questão: 581323
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Fisioterapeuta Ano: 2015
Disciplina: Assunto:
Os músculos coaptadores do ombro na vista transversal posterior são:
Questão: 521514
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Inglês Ano: 2017
Disciplina: Assunto:
O autor busca aproximar-se de eventuais leitores do texto, no intuito de angariar sua simpatia para o seu próprio ponto de vista. Um mecanismo linguístico empregado com essa finalidade se explicita em: 

Texto: Mais poder digital

Quem tem mais de 40 anos deve lembrar que acessar um computador não era tarefa fácil nos anos 80. Nos primeiros modelos de computadores pessoais que chegaram ao Brasil, a tela escura do monitor era inundada por letrinhas verdes e muitos códigos. Para muitos parecia assustador. Para mim, a descoberta de um universo fascinante. A curiosidade e o desejo de desvendar esse novo mundo me levaram ao aprendizado da programação, que definiu a minha vida profissional e pessoal.

A mudança foi grande, e hoje o acesso à internet abrange 77% dos jovens brasileiros de 10 a 17 anos, dos quais 83% usam a rede via seus celulares inteligentes, segundo o Cetic.br (2014). Com apenas um toque, fazemos ligações, tiramos fotos e gravamos vídeos, além de navegarmos por informações e serviços em todo o mundo.

Mas um estudo recente do Banco Mundial revela que, apesar de o acesso a novas tecnologias ter alcançado 40% da população global, nem sempre isso é sinônimo de desenvolvimento: em muitos países, persistem problemas impedindo a inclusão, a eficiência e a inovação. Para que os benefícios cheguem a todas as camadas sociais, o relatório recomenda investimento em educação e ensino das tecnologias de informação e comunicação, o que merece atenção urgente dos governos e da sociedade brasileira.

A inclusão digital deixou de ser nosso principal desafio, como era em 1995, quando fundei o CDI (Comitê para Democratização de Informática) para levar computadores a comunidades do Rio. Evoluímos nosso propósito para o empoderamento digital, usando a tecnologia como algo transformador, potencializando a autonomia, a criatividade e a colaboração para resolver problemas sociais. Isso é possível.

Quando os jovens percebem que podem migrar de usuários a criadores de tecnologia, eles também descobrem um imenso potencial para reprogramar suas realidades. Blog que denuncia o acúmulo de lixo na comunidade, app que promove apoio a pacientes de câncer ou compartilha eventos culturais gratuitos são algumas ideias que surgem dessas mentes inquietas, grandes talentos e protagonistas das mudanças que querem ver no mundo.

Dominar ferramentas tecnológicas e a lógica da programação é habilidade cada vez mais necessária para pensar em soluções que vão revolucionar nossa relação com o mundo. Aprender a programar pode ser muito divertido porque é um trabalho feito coletivamente, colaborativo, criativo e desafiador.

Quando eu aprendi a programar, conheci uma nova linguagem, a linguagem dos sistemas e dos aplicativos (app). Habilidade que já é responsável por melhorar a empregabilidade e o rendimento escolar, além de abrir portas para o universo do empreendedorismo.

Empoderadas digitalmente, as novas gerações têm a chance de protagonizar imensas transformações. Em rede, podem tornar sua realidade melhor e mais positiva. Precisamos fomentar as possibilidades de ação e criação, usando a tecnologia para acessar oportunidades de trabalho, estudo e empreendedorismo. Com isso, poderemos reprogramar e redefinir todo o nosso sistema.

Rodrigo Baggio. O Globo, 01/09/2016, p. 17. Adaptado. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/mais-poder-digital- 20029560 

Questão: 527123
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Fisioterapeuta Ano: 2015
Disciplina: Assunto:
O irmão do autor citado no texto tem:
Os Efeitos da Tecnologia na sociedade gerando benefícios e males através da comunicação escrita.

É notável que a globalização mundial esteja evoluindo rapidamente, deixando evidente que o século XXI está sendo marcado como a era da tecnologia.

Anualmente feiras tecnológicas demonstrando tudo de mais moderno em aparelhos eletrônicos, como TV digital, notebooks, netbooks, celulares; tecnologia de encher os olhos de qualquer ser humano. Como consequência de toda essa modernidade, a sociedade começa a se adaptar a essas novidades, quem poderia imaginar (não precisamos ir muito longe), há cinco anos atrás, vovôs e vovós com celulares, aprendendo a utilizar computador, navegando na internet e participando de redes sociais? Hoje isto é fato, é raro encontrar alguém que pelo menos não saiba ligar um computador, aliás, as crianças que estão nascendo nesta época, parecem que tem uma espécie de “gene da tecnologia", relato isto, pelo convívio com meu irmão de dois anos e meio, que já utiliza computador, liga e desliga e entende perfeitamente para que serve o mouse e teclado!

Com isso a comunicação digital e escrita está constantemente presente em nossas vidas, através dos e-mails, Outlook, redes sociais, aparelhos celulares com internet, Black Berry, mensagens de textos, enfim estamos usufruindo muito destes meios práticos e eficientes. Hoje temos redes de relacionamentos como o Facebook, Orkut, Linkedin, Twitter, onde pessoas se reúnem para trocar experiências, conhecimentos, fazer novos amigos, divulgar trabalhos e até mesmo se promover, através destas redes podemos entender e conhecer um pouco cada um a partir do seu perfil cadastrado.

As empresas estão usufruindo muito desta praticidade, “o desenvolvimento da tecnologia da informação “diminui" as distâncias entre os países", afirmação de Thomas L. Friedman em seu livro O mundo é plano, que relata justamente este estreitamento entre fronteiras, o mundo deixando de ser redondo para ser plano, devido a esta globalização avançada gerando tecnologia que pode interligar diversas pessoas em diferentes países e momentos e ocupações completamente diferentes, interagindo entre si para resultados positivos à empresa. Este é o grande diferencial, saber utilizar a tecnologia em prol de resultados consequentemente unida com o potencial humano diversificado.

É evidente que a tecnologia está presente em quase tudo que fazemos e utilizamos, mas será que estamos prontos para absorver tanta informação e a lidar com esta praticidade?

 Uma pergunta que qualquer pessoa responderia sim, simplesmente pensando naquela facilidade de se comunicar com um parente distante, aquela mensagem no final do dia do celular para uma pessoa especial, colocar as fotos na rede para seus amigos verem, e a documentação formal através de e-mails no trabalho.

                                                     Fonte: Http://www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/artigos

Questão: 573047
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Geografia Ano: 2016
Disciplina: Assunto:
São Paulo, no contexto dos estudos sobre hierarquia urbana e a partir do artigo citado acima, é uma cidade que pode ser classificada como:

“São Paulo atrai gente

São Paulo vai receber nas próximas semanas os Rolling Stones e a edição de 2016 do Lollapalooza, e na agenda há mais datas reservadas neste ano para shows internacionais, eventos que geram receitas para a cidade. (...) São Paulo é também atrativa para o chamado turismo de negócios. Dos cerca de 15 milhões de visitantes que vieram à cidade em 2014, ano do último levantamento feito pela SPTuris, cerca de metade viajou à capital paulista para tratar de questões relacionadas a trabalho, mesmo que em ano de Copa do Mundo. Não sem razão, empresas escolhem São Paulo para abrigar feiras que servem de vitrine para novos negócios.” Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,sao-paulo-atrai-gente,10000017408 (acesso em 19/03/2016) 

Questão: 529783
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Inglês Ano: 2010
Disciplina: Assunto:

Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Estamos todos juntos no mesmo barco...” Ao empregar, desde o início do texto, o verbo flexionado na primeira pessoa do plural, o autor:

TEXTO 1

                              Não há mais tempo a perder

Não há mais tempo a perder. Estamos todos juntos no mesmo barco e inúmeros indicadores apontam na mesma direção: se não dermos a devida resposta à ameaça que nos espreita, ficaremos marcados na História como a civilização que teve a competência de diagnosticar a maior de todas as tragédias ambientais sem que isso tenha justificado uma ampla mobilização da sociedade. Esta é a razão pela qual muitos estudiosos classificam o aumento do aquecimento global como um problema ético: sabemos que ele existe, nos reconhecemos como agentes do processo e, ainda assim, pouco ou nada fazemos no sentido de enfrentar a situação com a seriedade e o senso de urgência que o assunto requer.

É chegado o momento de reconhecer o inimigo para enfrentá-lo com consciência e determinação. Ele é invisível, não tem cheiro nem faz mal à saúde, mas quando aglomerado aos bilhões de toneladas na atmosfera por conta da queima progressiva de petróleo, gás natural e carvão, tem o poder de mudar o clima, o ciclo das chuvas, o nível dos oceanos e a expectativa de vida de inúmeras espécies e ecossistemas. Jamais experimentamos algo parecido numa escala de tempo tão curta.

Tão importante quanto o comprometimento dos países em reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, principalmente de CO2 , são as iniciativas individuais. O que cada um de nós está disposto a fazer nesse sentido? Que pequenas mudanças podemos aplicar em nossa rotina em favor desse objetivo maior? Mudança é uma palavra que assusta, e que muitos de nós associamos de imediato a sacrifício. Nem sempre é assim. Avalie o que lhe convém, considerando que cada tonelada a menos de carbono na atmosfera faz toda a diferença.

                                                                                                     (André Trigueiro)

                                                                      http://www.mundosustentavel.com.br

Questão: 564755
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Artes Ano: 2016
Disciplina: Assunto:

Um professor de matemática, utilizando-se do clima olímpico da cidade, trouxe o gráfico abaixo para leitura e compreensão de suas turmas de 6º ano. 

                     

Dessa forma, o professor atende aos objetivos principais das Orientações Curriculares da Rede Municipal de Ensino da Cidade do Rio de Janeiro, em sua área de conhecimento, que são: 

Questão: 562078
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Inglês Ano: 2017
Disciplina: Assunto:

The main purpose of this blog article is to:

 

Based on text 2, an adapted forum discussion, answer question below.

Teaching with no books

Dianne Bell

I have started teaching in a language school suggesting no books to teach except for some magazines. These show the framework what should be worked on, for example, countability and that’s it. When it was offered I accepted the job easily because it seemed challenging and at the same time simple but now I’m out of reliable materials. Please help me out in what ways I can find materials for all the suggested frameworks. 

Comments

Mila Junior and Senior Teacher

Posted on 02/22/2015

What exactly are you supposed to be teaching (i.e., conversation, grammar, business English, etc.)? Can you give more examples of the “frameworks”? If there are no books or resources, it sounds like the school wants you to do conversation classes. These can be easy to prepare if you tell the students to come prepared with a topic to discuss. Then, you can assist them with keeping a conversation going, asking questions, giving opinions, etc.


Flore

Secondary Teacher

Posted on 01/07/2015

 Hi, I think it really does depend on the students and the level you are teaching to. I have found a lot of online resources are useful, especially news articles. If you just type in “Free online English lessons” or something similar you are bound to find resources. I had to teach like that once. They give you a book with a list of what you should be teaching in each lesson but nothing else. The teacher has to make the lesson up out of thin air each time, and it’s pretty time-consuming. 


Jake

Science Educator

Posted on 11/22/2015

There are so many other resources out there for teachers to use, online and off, that teaching without textbooks is becoming more and more acceptable including websites, iPod lectures and field trips — that will encourage you to toss out your textbooks. Before you can toss out the textbook and replace it with technology tools, you’ll need to understand how your students — whatever their age — respond to and work with technology.

(Adapted from https://www.englishclub.com/)


Questão: 573054
Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJ Prova: Professor - Geografia Ano: 2016
Disciplina: Assunto:
Rafael Straforini afirma que no “lugar de convivência da criança (a realidade concreta) há o todo, ou seja, o global e vice-versa” (STRAFORINI, 2008: 22), ou seja, “esse lugar tem que ser entendido como o ponto de encontro de lógicas locais e globais, próximas e longínquas” (STRAFORINI, 2008: 23), onde a totalidade do mundo se faz sentir. Nas séries iniciais, essa forma de trabalhar o lugar deve levar em conta: