Questões UFPI

Questão: 568479
Banca: COPESE - UFPI Prova: Assistente social Ano: 2014
Disciplina: Assunto:

A sociedade capitalista, na era dos monopólios, demanda à profissão de Serviço Social que intervenha na vida da família trabalhadora: 

I. Implementando políticas sociais que façam o enfrentamento das sequelas da “questão social”, materializando os direitos do cidadão e promovendo a coesão social;

II. Atendendo, cotidiano e rotineiramente, a indivíduos e grupos, realizando reuniões, planejando e emitindo relatórios;

III. Atendendo às refrações da “questão social” de forma seletiva, pautando-se na sua fenomenalidade atomizada que, apesar da homogeneização que artificialmente é realizada mediante procedimentos burocráticos (delimitação dos “problemas”, “público-alvo” e dos recursos a serem alocados), persiste a ineliminável heterogeneidade das situações;

IV. Apreendendo, da forma mais rica de determinações possível, a realidade (causalidade) e, diante disso, pensando as estratégias de intervenção (pôr teleológico) para a satisfação de necessidades;

V. Teleologizando as intervenções necessárias para a construção do objetivo vislumbrado, que, no caso do Serviço Social, é a garantia do direito do cidadão por meio de serviços e benefícios, buscando orientar suas ações para a emancipação humana. 

Questão: 593078
Banca: COPESE - UFPI Prova: Analista de Tecnologia da Informação - Desenvolvimento de Sistemas Ano: 2014
Disciplina: Assunto:
A respeito dos web services, é CORRETO afirmar que 
Questão: 562931
Banca: COPESE - UFPI Prova: Analista de Tecnologia da Informação - Desenvolvimento de Sistemas Ano: 2014
Disciplina: Assunto:
Nas melhores práticas de Governança de TI, a transparência é atingida primariamente através de qual área de foco?
Questão: 555399
Banca: COPESE - UFPI Prova: Contador Ano: 2014
Disciplina: Assunto:
A função social da Contabilidade Aplicada ao Setor Público deve refletir, sistematicamente, o ciclo da administração pública para evidenciar informações necessárias à tomada de decisões, à prestação de contas e à instrumentalização do controle social (CFC-Resol. 1.128, 2008). Marque a opção a opção INCORRETA, quanto aos Princípios de Contabilidade: 
Questão: 527915
Banca: COPESE - UFPI Prova: Assistente em Administração Ano: 2014
Disciplina: Assunto:

A expressão “um pouco” (. 11) relativiza o pensamento do enunciador, expresso na frase.

TEXTO:

    A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.

    Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.

    De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.

    Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.

    Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.

MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.) Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.

Questão: 538286
Banca: COPESE - UFPI Prova: Assistente em Administração Ano: 2014
Disciplina: Assunto:
Analise as afirmações abaixo sobre o Microsoft Word 2007 (Português Versão Padrão do Fabricante) e marque a opção CORRETA.
Questão: 559778
Banca: COPESE - UFPI Prova: Analista de Tecnologia da Informação - Desenvolvimento de Sistemas Ano: 2014
Disciplina: Assunto:
A(s) afirmativa(s) INCORRETA(S) é(são) somente: 

Com relação à linguagem UML, analise as afirmativas:

I. O diagrama de interação modela o relacionamento entre as classes e as mensagens que elas trocam;

II. O diagrama de depuração representa a configuração dos nós e de seus componentes no momento da execução do sistema;

III. O diagrama de estados é normalmente utilizado na modelagem do comportamento de uma interface ou sistema;

IV. Tipicamente, as partes estáticas de um sistema podem ser vistas utilizando um dos seguintes diagramas estruturais: de objetos, de classes, de componentes e de depuração;

V. Os diagramas comportamentais são utilizados na visualização dos aspectos dinâmicos do sistema. 

Questão: 532785
Banca: COPESE - UFPI Prova: Assistente em Administração Ano: 2014
Disciplina: Assunto:

    Um servidor declarou seus dependentes, para efeito de benefícios, no setor de pessoal da instituição a que está vinculado. Relacionou seus filhos e sua companheira, que vive às suas expensas há 10 anos. O funcionário do setor informou ao servidor que, no serviço público federal, apesar de caracterizada uma união estável, não poderia equiparar sua companheira à sua cônjuge pela ausência do ato formal do casamento.

A atitude do funcionário do setor de pessoal, que não equiparou a companheira à condição de cônjuge do servidor, é compatível com o estabelecido na Lei nº 8112/1990.

Questão: 527912
Banca: COPESE - UFPI Prova: Administrador Ano: 2014
Disciplina: Assunto:

A expressão “um pouco” (. 11) relativiza o pensamento do enunciador, expresso na frase.

TEXTO:

    A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.

    Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.

    De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.

    Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.

    Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.

MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.) Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.

Questão: 527909
Banca: COPESE - UFPI Prova: Administrador Ano: 2014
Disciplina: Assunto:

A expressão “um pouco” (. 11) relativiza o pensamento do enunciador, expresso na frase.

TEXTO:

    A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.

    Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.

    De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.

    Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.

    Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.

MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.) Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.